Às vezes acho que devia aproveitar melhor o tempo e escrever mais.
No fim de semana natalício que passou, tive um jantar - um entre a mão cheia de jantares que se promovem por esta altura do ano e nos quais eu gasto (com todo o prazer!) uma pequena fortuna da minha mesada. Numa dessas noites (sem vírgula aqui) em que me mantive pralá de sóbria, dei por mim no meio de uma conversa que me fez sentir entre Amigos. (1) Conversas que começam com sorrisos rasgados têm destas coisas. Alguém fez turn-off no meu cérebro e parou-me para que eu pensasse por segundos sobre o que podia não ter acontecido se as coisas que aconteceram tivessem tido outro rumo. Naquele momento, como em muitos outros ultimamente, eu senti que não havia outro sítio no mundo onde eu quisesse estar (não literalmente, claro, mas de uma forma emocional).
É bom estar e é ainda melhor se for Aqui. Com estas pessoas, com as minhas pessoas, com as pessoas de sempre e com as que se fizeram para sempre.
(1) A verdade é que o texto ia tomar outro rumo aqui, mas esqueci-me do argumento e enveredei por outro caminho. Há sempre uma anastomose à espreita!
Um agradecimento especial ao Nuno, que me fez repegar (?) aqui neste canto *
A dificuldade não está em caminhar, mas sim em definir um destino. Já definiste o teu hoje?
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
... eu.
A imagem.
A cor.
O verde e o amarelo.
O azul também.
Uma folha, um raio de sol.
O céu com nuvens brancas (branquíssimas!).
A gargalhada na aula.
As brincadeiras que, se não acontecessem naquela altura, com aquelas pessoas, não teriam a mínima graça.
O que fazes. O que eu faço. O que nós fazemos.
A saída e a chegada, também.
A lágrima de felicidade e a felicidade quebrada em lágrimas.
O online. O offline. E o offline, mesmo estando online.
Às vezes também um barulho de telemóvel.
Alguém que nos persegue...
Talvez tardes perdidas.
O bar, a escola.
Uma rua com uma marca de um dia, de uma noite.
Uma paragem.
Um cumprimento.
Um desvio de olhar, de direcção.
Alguma indiferença, passividade.
Confusões à mistura, desentendimentos.
Ah! O primeiro nascer do Sol!
A última conversa...
E, se o mundo acabasse amanhã, eu desistia hoje mesmo. Mas não acaba. E "nunca" é forte demais para alguém como...
2005
sábado, 3 de dezembro de 2011
Unknown midnight pathways.
Ainda que não me convença completamente, talvez consiga aceitar minimamente que, para avançarmos num caminho, não necessitamos de conhecer o trilho na íntegra. Na verdade, ao subirmos uma escada, apenas precisamos de conhecer o degrau seguinte. Todos os outros virão por acréscimo. E quando algum faltar, saberemos que devemos parar.
(haja coragem para tal feito!)
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Este data de Setembro de 2007. E continua a ter sentido!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
not a gambler .
Há telefonemas que nos deixam incomodados, há atitudes que nos deixam irritados, há dias cinzentos que nos deixam desanimados.
Depois, há pessoas que não nos deixam. E essas mesmas pessoas costumam vir carregadas com palavras embebidas em segurança quando nos dizem baixinho «Tenho [a certeza].»
Depois, há pessoas que não nos deixam. E essas mesmas pessoas costumam vir carregadas com palavras embebidas em segurança quando nos dizem baixinho «Tenho [a certeza].»
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Temporal de Amor
As pessoas ficam naturalmente mais bonitas, mais bem dispostas e mais tolerantes quando estão apaixonadas. Não é que haja estudos que apoiem esta ideia, mas também não os há contra. Não há alfas de Cronbach a serem definidos nem tão-pouco há referências bibliográficas a citar. A menos que a minha experiência se possa considerar como tal. Ainda assim, ninguém se preocupa em estudar isto, uma vez que quando estamos apaixonados só pensamos no objecto dos nossos sentimentos, quando não estamos estamos demasiado deprê para pensar em pensar em amor.
De qualquer das maneiras, devia ser decretada uma lei onde se autorizassem licenças como as de maternidade para as pessoas que se apaixonaram - porque, no fundo, o princípio é o mesmo usado com as recém-mamãs/papás: estão demasiado ocupados a pensar naquele(s) que deixaram em casa para estarem concentrados no trabalho.
De qualquer das maneiras, devia ser decretada uma lei onde se autorizassem licenças como as de maternidade para as pessoas que se apaixonaram - porque, no fundo, o princípio é o mesmo usado com as recém-mamãs/papás: estão demasiado ocupados a pensar naquele(s) que deixaram em casa para estarem concentrados no trabalho.
You Give Love a Bad Name e a Diana foram as principais responsáveis por isto.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Hoje foi o dia...
... em que me orientei pela primeira vez sozinha na capital.
Fotografei o Santiago Bernabéu, passeei por toda a zona dos Nuevos Ministerios, andei de metro e de renfe e descobri que a Calle de Fuencarral é terrível para a carteira em época de saldos!
(uffas! agora resta saber se o final da semana é o fim da aventura madrilena)
sábado, 22 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Gostares.
Há pessoas que gostam de nós.
Dentro dessas pessoas, há umas que nos dizem de caras "Amo-te", envolvidas em lágrimas e num abraço profundo; há outras que o demonstram através de convites e de vontade de estar connosco; mas há ainda aquelas que depositam esse amor e admiração num braço por cima dos ombros, com os olhos mergulhados em mágoa, saudade e felicidade (por nos poderem ter ali, naquele momento) e os traduzem num "Como estás? Boa sorte, aproveita ao máximo!".
Há pessoas que gostam de mim assim. E todas elas me deixam com uma lágrima no canto do olho.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Uma mensagem de amor.
Esta semana é sempre muito complicada. Levo a peito esta coisa da quadra natalícia e quero sempre muito estar com imensa gente. A minha mania de querer estar com essas pessoas separadamente, para lhes dar a atenção e o carinho que merecem, não ajuda nada a facilitar a gestão do tempo.
Assim sendo, e visto que vai ser impossível estar com toda a gente, desejo aqui um feliz Natal a quem costuma acompanhar as minhas escritas!
(sim, só a essas pessoas, àquelas que aqui vêm e me lêem - como é Natal, abro a excepção e os votos estendem-se a quem só tiver lido este post)
Desejo também que tenham umas excelentes saídas deste ano e que as entradas em 2011 sejam ainda melhores! Que esta nova etapa esteja recheada de sofrimento q.b. para que nunca nos esqueçamos de dar o devido valor às pequenas e às grandes vitórias e alegrias!
Um beijinho enorme e um abraço,
Mariana
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Estar doente também serve para aprender.
Descobri recentemente que, em caso de viroses, uma injecção no glúteo médio e meia hora numa maca a soro fazem milagres. Descobri também que grandes doses de Ibuprofeno Alter, Ilvico N e Dualgan ajudam bastante na recuperação, assim como água em quantidades industriais, fruta e muito descanso. Mas o que cura verdadeiramente é o Amor. Porque, quando se está a tremer de frio e a arder em febre, é preciso que haja alguém que nos obrigue a comer, que se levante de madrugada para nos dar os medicamentos, que de manhã a primeira coisa que faça seja ir ver como passámos o resto da noite e que nos diga que vamos ficar bem, mesmo quando achamos que estamos prestes a morrer.
A isto eu chamo Amor e eu tenho a sorte de ter pelo menos uma pessoa que sente isto por mim.
A isto eu chamo Amor e eu tenho a sorte de ter pelo menos uma pessoa que sente isto por mim.
Obrigada, mamã :)
(e sim: virose 1 - 2 Mariana, e nem foi preciso irmos a prolongamento!! ahah)
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